Fabio Pacheco

DÁ PARA TRATAR AS VARIZES… SEM RETIRAR A VEIA SAFENA?

Você sabia que cerca de 40-60% da população sofre com varizes? Essa condição, além de incomodar esteticamente, de poder gerar quadros de dores nas pernas, ainda pode ser um sinal de problemas circulatórios mais sérios. Tradicionalmente, o tratamento mais conhecido para muitos casos, envolve a remoção da veia safena, uma solução eficaz no curto prazo, mas que muitos desejam evitar, principalmente pela importância dessa veias em inúmeras situações. A boa notícia é que existem técnicas modernas e menos invasivas que permitem tratar varizes sem a necessidade de retirar essa importante veia. Ao longo deste artigo, você descobrirá métodos inovadores que prometem não apenas aliviar os sintomas, mas também melhorar significativamente a qualidade de vida e a percepção estética, enquanto preserva a veia safena. O que são varizes e por que surgem? Varizes são veias dilatadas e tortuosas que surgem principalmente nas pernas, podendo causar desconforto, dor e problemas estéticos. A principal razão por trás do seu aparecimento é o mau funcionamento das válvulas venosas, que dificulta a circulação sanguínea correta, levando ao acúmulo de sangue nas veias. Fatores como genética, idade, gravidez, sobrepeso e estilo de vida sedentário, podem aumentar o risco de desenvolver varizes. É uma doença crônica e evolutiva, ou seja, tende a piorar quando não é tratada! Razão pela qual eu sempre aconselho aos pacientes… se você já tem varizes e elas te incomodam – trate, o quanto antes! Cerca de 30% dos pacientes com varizes que não tratam, tendem a evoluir para as formas mais avançadas da doença, com risco de úlceras crônicas, sangramentos nas varizes e chance aumentada de trombose! Importância da veia safena na circulação A veia safena é a veia mais longa do nosso corpo, ela desempenha um papel importante na circulação sanguínea. Ela ajuda no retorno do sangue venoso dos membros inferiores, atuando principalmente como responsável pela drenagem da pele e do tecido subcutâneo (gordurinha abaixo da pele), o que corresponde a aproximadamente 20% do volume de sangue que circula nas pernas. Alguém pode de pronto pensar… mais 20% não é tanto assim! De fato! A questão não gira em torno apenas desse número. Muitos pacientes são tratados com técnicas que retiram, destroem a veia safena e continuam vivendo sem limitações. A questão tem a ver com a desorganização da drenagem desse sangue superficial nos membros inferiores, que sobrecarregam as veias remanescentes e COSTUMAM fazer com que o problema das varizes voltem… muitas vezes pior do que antes! Existem outras questões importantes que geralmente não são discutidas antes de se retirar uma veia safena. histórico pessoal e familiar para DOENÇAS CARDÍACAS… SIM, se um paciente tem um risco maior para desenvolver doenças no coração, a veia Safena tem muita importância para ele! Em muitos casos a Safena é utilizada como um substituto para uma artéria do coração que está entupida! PONTO PARA PRESERVAR! Quando um paciente, infelizmente, sofremos algum TRAUMA… acidentes de carro, quedas, violência com arma branca ou arma de fogo… há sempre a possibilidade de termos uma lesão em alguma artéria do nosso corpo. Adivinha só quem é o melhor substituto na maioria dos casos? Acertou…Safena! Se um paciente, sofre um caso de TROMBOSE nas veias da perna… isso quer dizer que ele sofreu um evento agudo, onde a circulação PROFUNDA de retorno do sangue está obstruída! Geralmente nesses casos o nosso corpo faz desvios temporários pela circulação superficial… pelas SAFENAS, para completar o retorno do sangue para o coração! A pergunta é… como eu posso prever quais pacientes ao longo da sua vida podem se beneficiar e precisar utilizar uma veia Safena? Eu não tenho essa resposta, e essa é a razão pela qual sempre que eu posso, tento preservar as safenas dos pacientes que eu trato! ‌ Métodos não invasivos para tratar varizes As técnicas que tratam varizes e preservam a veia safena são excelentes opções para quem busca soluções menos agressivas. Esses métodos pouco invasivos oferecem recuperação rápida e muito pouco desconforto pós-procedimento. Elas visam fechar ou eliminar as veias danificadas e os pontos de vazamento! Permitindo que o sangue circule por veias mais saudáveis. A evolução das tecnologias aplicadas ao tratamento de varizes tem permitido abordagens cada vez mais eficientes e com menor tempo de recuperação. Escolher o tratamento adequado depende de uma avaliação detalhada por um especialista vascular. Isso garante não apenas a eficácia do procedimento, mas também a segurança do paciente, considerando as particularidades de cada caso. Escleroterapia guiada: FLEBOSCÓPIO E ULTRASSOM A escleroterapia guiada por fleboscópio e ultrassom, é uma técnica extremamente eficiente, possível de ser realizada em consultório – sem cirurgia! O uso do fleboscópio – aparelho de transiluminação da pele, que facilita a visualização de varizes que estão embaixo da pele, associado ao uso do ultrassom – permite acessar varizes mais profundas. Garantem a precisão na identificação e destruição das veias que dão origem as varizes, melhorando sintomas e queixa estética do paciente, e ainda preservando a veia safena! Esse procedimento minimamente invasivo consiste na injeção de uma solução esclerosante que provoca o fechamento das veias afetadas, redirecionando o fluxo sanguíneo para veias saudáveis. Ao contrário de procedimentos cirúrgicos tradicionais, este método não requer internação hospitalar e permite que o paciente retome suas atividades cotidianas e profissionais de imediato, com poucos ou nenhum efeito colateral significativo. Portanto, ao considerar opções de tratamento para varizes, é importante avaliar a escleroterapia guiada, não apenas por sua eficácia em eliminar veias problemáticas mas também por seu compromisso em preservar a veia safena. CHIVA CHIVA, é uma técnica de origem francesa, que surge como uma abordagem diferenciada no tratamento das varizes. O método CHIVA concentra-se em corrigir o fluxo sanguíneo anormal, responsável pela formação das varizes, sem a necessidade de extrair as veias safenas. A técnica envolve um mapeamento detalhado do sistema venoso com o uso do exame de Doppler ultrassom, para identificar precisamente os pontos de refluxo. A partir dessa análise, pequenas incisões são realizadas para redirecionar o fluxo sanguíneo para veias saudáveis, aliviando a pressão sobre as áreas afetadas. O procedimento é

O AVC É UMA DOENCA DEVASTADORA… MAS QUE PODE SER EVITADO NA MAIORIA DOS CASOS!

Você sabia que a cada ano, aproximadamente 17 milhões de pessoas sofrem um Acidente Vascular Cerebral (AVC) em todo o mundo? Mais de 100.00 pessoas perderam a vida, devido a um AVC, só no Brasil, no ano passado! Essa estatística alarmante revela uma realidade preocupante, mas também destaca a importância crucial de priorizar a prevenção. Cuidar da saúde para evitar o AVC não é apenas uma necessidade, mas sim uma estratégia de vida que pode fazer uma grande diferença na redução do risco de enfrentar essa condição potencialmente devastadora. Neste artigo, vamos explorar fatos importantes sobre como a adoção de uma abordagem preventiva pode ser sua aliada mais poderosa contra o AVC. Você descobrirá medidas eficazes e conselhos práticos que podem ser implementados no seu dia a dia para fortalecer sua saúde cerebral e vascular. Prepare-se para se armar com conhecimento e tomar o controle da sua saúde, reduzindo as chances de um AVC alterar drasticamente sua vida. A Importância de Focar na Prevenção do AVC Focar na prevenção do AVC é fundamental para a saúde pública. Estatísticas revelam que medidas preventivas podem reduzir significativamente o risco de ocorrer um acidente vascular cerebral. Esses dados estatísticos sobre prevenção de AVC não apenas destacam a importância de adotar hábitos saudáveis, mas também servem como um alerta para a necessidade de mudanças comportamentais. Além disso, realizar exames médicos regulares contribui para a detecção precoce de condições que podem aumentar o risco de AVC, como arritmias cardíacas, doenças das artérias carótidas, diabetes, entre outras. A intervenção médica e o acompanhamento adequado podem prevenir complicações graves. Informar-se sobre os sinais de alerta do AVC também é crucial, pois permite uma ação rápida em caso de emergência, potencializando as chances de recuperação. E mais, a tecnologia também joga a favor. Aplicativos e dispositivos de monitoramento da saúde permitem acompanhar indicadores vitais em tempo real. Assim, tanto pacientes quanto profissionais de saúde podem agir rapidamente ao menor sinal de problema. Portanto, integrar tecnologia na prevenção é um passo inteligente. Estratégias Eficazes para Prevenir o AVC Adotar um estilo de vida saudável pode diminuir significativamente as chances de sofrer um acidente vascular cerebral. Isso inclui práticas como manter uma alimentação equilibrada, rica em frutas, verduras e grãos integrais. Evitar o consumo excessivo de sal e gorduras saturadas também é crucial. Essas mudanças na dieta ajudam a controlar a pressão arterial e os níveis de colesterol, fatores de risco bem conhecidos para o AVC. Além da alimentação, a prática regular de atividades físicas se mostra fundamental. Exercícios moderados, como caminhadas diárias de 30 minutos, já podem fazer uma grande diferença. E não para por aí. Abandonar o tabagismo e limitar o consumo de álcool são medidas indispensáveis para quem deseja se prevenir contra esse mal. O cigarro, por exemplo, dobra as chances de ocorrer um AVC, pois acelera o dano nos vasos sanguíneos e aumenta a pressão arterial. Acompanhamento médico regular também desempenha um papel vital. Pessoas com histórico familiar de AVC ou que apresentam condições pré-existentes como diabetes e fibrilação atrial devem ter uma atenção especial. Nesses casos, o controle dessas condições através de medicamentos e orientações médicas é essencial para minimizar riscos. Focar na prevenção não apenas salva vidas mas também melhora significativamente a qualidade de vida, evitando as sequelas que muitas vezes acompanham os sobreviventes de AVC. ‌ Tratamento das CARÓTIDAS em Icaraí – Niteroi. Tratamento das CARÓTIDAS no Rio de Janeiro. ‌ DR FABIO PACHECO ANGIOLOGISTA E CIRURGIÃO VASCULAR CRM 5276347-0 MEMBRO DA SOCIEDADE BRASILEIRA DE CIRURGIA VASCULAR

GERALMENTE O PRIMEIRO SINTOMA DE UMA CARÓTIDA ENTUPIDA…É O AVC(DERRAME)!

Você sabia que a doença carotídea pode evoluir de maneira silenciosa, sem sintomas? Sendo a sua primeira manifestação o AVC (Derrame), um dos maiores causadores de mortalidade e incapacidade no mundo? Este fato alarmante destaca a importância de estar atento aos sinais silenciosos dessa condição perigosa. A prevenção é crucial, pois, uma vez identificada cedo, as chances de evitar complicações severas aumentam significativamente… mais de 80% dos casos de AVC poderiam ser prevenidos! Neste artigo, vamos explorar os sinais silenciosos da doença carotídea e discutir como a identificação precoce pode ser um divisor de águas na prevenção do AVC. Ao continuar lendo, você encontrará informações valiosas que poderão não apenas aumentar seu conhecimento sobre este tópico vital mas também potencialmente salvar vidas. Sinais silenciosos da doença carotídea Segundo dados do Portal da Transparência do Centro de Registro Civil (CRC) do Brasil, a mortalidade por AVC tem aumentado ano após ano, com 115.090 mortes registradas em 2022. O AVC é a principal causa de morte no país, levando a uma média de 12 óbitos por hora ou 307 por dia. E uma das suas principais causas é o entupimento silencioso das carótidas. Extremamente traiçoeira, essa condição muitas vezes se desenvolve sem causar sintomas perceptíveis até que seja tarde demais. Ela afeta as artérias carótidas, que são vitais para o fornecimento de sangue ao cérebro. Quando essas artérias são bloqueadas ou estreitadas, o risco de um Acidente Vascular Cerebral (AVC) aumenta drasticamente. Devido à sua natureza silenciosa, é crucial estar atento a sinais menos evidentes que possam indicar problemas. Alguns indícios discretos incluem tonturas inexplicáveis, perda súbita de equilíbrio ou coordenação, e dificuldades momentâneas na fala ou na compreensão. Esses sintomas podem ser facilmente confundidos com fadiga ou estresse, mas não devem ser ignorados. Investigar ativamente esses sinais pode fazer toda a diferença na prevenção de consequências mais graves. Prevenção… essa é a palavra chave! Prevenção e detecção precoce são chaves para evitar complicações. Alguns pacientes fazem parte de um grupo de risco maior, e precisam ser identificados e ter acompanhamento de perto por um especialista! Hipertensos, diabéticos, tabagistas… pacientes com obesidade, sedentários; pacientes com um histórico familiar positivo para infarto e/ou AVC. Esse precisam começar cedo, por volta dos 50 anos, com acompanhamento especializado, exames para diagnóstico de obstrução das carótidas. Devem ser estimulados a assumir novos hábitos e rotinas que reforcem a promoção de saúde e bem estar! Controle das doenças associadas como hipertensão e diabetes… controle dos níveis de triglicerídeos e colesterol… parar de fumar! O uso de medicamentos específicos também pode ser indicada em alguns casos. .A informação e a conscientização sobre como a doença carotídea evolui silenciosamente e as medidas preventivas são essenciais para reduzir o risco de AVC. Mas lembre-se: é necessário consultar um especialista para obter orientações personalizadas e específicas para a sua situação. Os profissionais qualificados têm o conhecimento e a experiência necessários para oferecer o melhor suporte e recomendações adequadas. Cada caso é único, por isso a consulta com um especialista é essencial para garantir o cuidado adequado e as informações corretas. ‌ Tratamento das CARÓTIDAS em Icaraí – Niteroi. Tratamento das CARÓTIDAS no Rio de Janeiro. ‌ DR FABIO PACHECO ANGIOLOGISTA E CIRURGIÃO VASCULAR CRM 5276347-0 MEMBRO DA SOCIEDADE BRASILEIRA DE CIRURGIA VASCULAR

TODO PACIENTE COM ENTUPIMENTO NAS CARÓTIDAS PRECISA OPERAR?

Você sabia que milhões de pessoas no mundo são acometidas por um derrame todos os anos, e cerca de 80% desses casos de AVC poderiam ser prevenidos com a detecção precoce e com o tratamento adequado? A discussão sobre essa temática é fundamental, pois o AVC permanece como uma das principais causas de mortalidade e incapacidade no mundo. Este dado alarmante destaca a importância crucial de reconhecer os pacientes que estão sob um risco maior, uma vez que a doença evolui na maioria dos casos de forma silenciosa! Hipertensão, diabetes, alteração nas taxas de colesterol e triglicerídeos, tabagismo, sobrepeso, sedentarismo, além do histórico familiar positivo para infarto e AVC – esse são os principais fatores de risco, que devem alertar aos pacientes por volta dos 50 anos para procurar uma avaliação especializada! Dentre essas intervenções, o tratamento cirúrgico das carótidas, se destaca como uma das mais eficazes na prevenção do AVC, para os indivíduos com os casos mais avançados e em risco. Este artigo promete equipar você com conhecimentos essenciais para tomar decisões informadas sobre sua saúde vascular. Avançaremos juntos nesta leitura, explorando métodos de prevenção, sinais de alerta e as últimas recomendações médicas para proteger-se contra o derrame. Sinais que Indicam Problemas nas Carótidas Os sinais que indicam problemas nas carótidas são cruciais para detectar riscos de AVC (Acidente Vascular Cerebral) em estágios iniciais. Entre os sintomas mais comuns, destacam-se a súbita perda de visão ou visão embaçada em um dos olhos, dificuldade para falar e compreender o que é dito, além de uma fraqueza abrupta ou formigamento na face, braço ou perna, especialmente se afetar apenas um lado do corpo. Esses sinais servem como alertas vermelhos, indicando que algo não está funcionando corretamente no fluxo sanguíneo cerebral. Além disso, episódios de tontura, perda de equilíbrio ou coordenação e dor de cabeça intensa sem causa conhecida também podem ser indicativos de problemas nas carótidas. Vale lembrar que esses sintomas podem aparecer e desaparecer rapidamente. No entanto, mesmo que breves, eles são um sinal de que é necessário buscar avaliação médica imediatamente. O diagnóstico precoce e a intervenção podem prevenir o desenvolvimento de um AVC mais grave. Entender e reconhecer esses sintomas é fundamental. A realização regular de exames e consultas com especialistas pode identificar obstruções nas carótidas antes mesmo dos sintomas aparecerem. Quando Considerar a Operação nas Carótidas Decidir sobre uma operação nas carótidas não é simples. Esse procedimento é considerado quando o risco de AVC (Acidente Vascular Cerebral) se torna significativamente alto devido ao estreitamento ou obstrução dessas artérias. Especialistas geralmente recomendam a cirurgia após um diagnóstico detalhado, entupimentos maiores que 70% geralmente exigem intervenção cirúrgica, enquanto entupimentos menores podem ser tratados com medicamentos e acompanhamento médico. Porém, cada caso é único e requer uma análise cuidadosa dos benefícios versus os riscos potenciais. Conversar com um especialista vascular é o primeiro passo para entender se essa intervenção é a melhor opção para prevenir um AVC futuro. Prevenindo Futuros Derrames Prevenir um futuro AVC começa com o entendimento dos fatores de risco e a adoção de medidas proativas de saúde. Controlar a pressão arterial, manter uma dieta equilibrada e praticar exercícios físicos são passos fundamentais. Vale destacar a importância de evitar o fumo e o consumo excessivo de álcool, pois ambos contribuem significativamente para o aumento do risco. Além disso, a monitorização da saúde das carótidas é crucial. Portanto, exames regulares podem detectar precocemente problemas, permitindo intervenções oportunas. Quando se trata de prevenir um AVC, cada passo conta. ‌ Tratamento das CARÓTIDAS em Icaraí – Niteroi. Tratamento das CARÓTIDAS no Rio de Janeiro. ‌ DR FABIO PACHECO ANGIOLOGISTA E CIRURGIÃO VASCULAR CRM 5276347-0 MEMBRO DA SOCIEDADE BRASILEIRA DE CIRURGIA VASCULAR

Qual o melhor tipo de cirurgia para tratar o entupimento nas Carótidas?

Você sabia que o entupimento das carótidas é uma das principais causas de AVC no mundo? Esta condição, que afeta milhões de pessoas, pode levar a consequências graves se não for tratada a tempo. Com a evolução da medicina, diversas opções cirúrgicas prometem restaurar a saúde dessas artérias vitais. Mas qual o melhor tipo de cirurgia para tratar o entupimento das carótidas – ESTENOSE CAROTÍDEA? Neste artigo, vamos explorar as alternativas medicamentosas e cirúrgicas disponíveis, destacando suas vantagens e limitações. Se você ou alguém próximo enfrenta esse desafio, continue lendo para descobrir como esses procedimentos podem oferecer uma nova esperança para uma vida mais saudável e livre de riscos. Entendendo a doença das Carótidas O entupimento das carótidas é uma condição médica que exige atenção, ela afeta as artérias responsáveis por fornecer sangue oxigenado ao cérebro. Quando obstruídas, aumentam o risco de derrames (AVC). Um AVC, ou Acidente Vascular Cerebral, ocorre quando o fluxo de sangue para uma parte do cérebro é interrompido. Isso pode resultar em danos cerebrais graves, com consequências e sequelas a longo prazo para o paciente, e nos casos mais graves, até levar a morte. Normalmente a doença das carótidas evoluem de forma silenciosa, sem nenhuma manifestação clínica… sem sintomas! Esse talvez seja o grande risco! A primeira manifestação da doença já é um AVC maior ou um pequeno AVC! Por isso para os paciente com idade acima de 50 anos, que tenham hipertensão, diabetes, problemas com colesterol e triglicerídeos, fumantes, sedentários e com histórico familiar de infarto ou derrame – esses, devem se consultar regularmente com um especialista para buscar o diagnóstico de doença carotídea! A escolha do melhor tratamento das carótidas depende de vários fatores, incluindo a gravidade da obstrução e a condição geral de saúde do paciente. Nos casos iniciais, com obstruções inferiores a 70% e pacientes assintomáticos, a escolha ideal é o tratamento clínico, com medicamentos e controle dos fatores de riscos como hipertensão, diabetes, controle dos níveis de colesterol e triglicerídeos; além de medidas de promoção de saude, como parar de fumar e prática de atividades físicas regulares. Quando a obstrução se aproxima dos 70% ou o paciente já apresentou algum sintoma que indique que a circulação cerebral foi afetada, é o momento de se discutir o tratamento cirúrgico… a partir desse ponto só os medicamentos não conseguem oferecer um tratamento seguro para prevenir um AVC! Soluções cirúrgicas Quando precisamos lidar com o entupimento das artérias carótidas, a escolha da cirurgia certa é fundamental, e isso deve ser feito por um especialista experiente, e pesando todos os fatores… idade, condição clínica e anatomia dos vasos carotídeos, a fim de definir qual o procedimento é o mais recomendados para cada caso. ‌ Endarterectomia da Carótida É o tratamento CLÁSSICO, e ainda padrão ouro. Essa cirurgia tem por objetivo remover a placa de ateroma, responsável pelo estreitamento ou obstrução das artérias carótidas. A cirurgia é realizada sob anestesia geral, com um pequeno corte no pescoço, para remover a placa de dentro da artéria carótida e assim restaurar o fluxo sanguíneo normal para o cérebro. Os resultados são mundialmente reconhecidos, é uma cirurgia efetiva e com boa taxa de segurança, em equipes treinadas! A recuperação demanda 3-4 dias de internação. A outra técnica, que tem evoluido muito e ganhado a preferência de cirurgiões e pacientes, é a ANGIOPLASTIA CAROTÍDEA. Nessa técnica acessamos a área obstruída através de um furinho na virilha – sem cortes. A área da obstrução é dilatada com um balão especial e depois é colocado um stent – “molinha metálica”, a fim de manter o fluxo do sangue sem obstáculos. Angioplastia da Carótida Esta técnica minimamente invasiva, realizada através de um furinho na virilha – sem cortes e com anestesia local, envolve a inserção de um pequeno balão que, ao ser inflado, amplia o espaço dentro da artéria carótida obstruída. Essa expansão facilita o fluxo sanguíneo, combatendo o estreitamento que pode levar a complicações graves como derrames. O procedimento é complementado com o implante de um stent, um tubo metálico que mantém a artéria aberta após a angioplastia. A técnica tem mostrado resultados que se equiparam ao da endarterectomia na maioria dos casos. Esse método é particularmente indicado para pacientes que apresentam um risco elevado para a cirurgia convencional. Além disso, o avanço tecnológico tem tornado a angioplastia de carótidas mais segura e com melhores resultados a longo prazo. A precisão na colocação do stent, aliada às técnicas de imagem avançadas, permite aos especialistas realizar o procedimento com maior precisão. A recuperação também é mais rápida em comparação com métodos mais invasivos, permitindo que o paciente retome suas atividades normais em um tempo menor, com alta hospitalar em 2-3 dias. Dessa forma, ao ponderar sobre qual o melhor tipo de cirurgia para tratar entupimento das carótidas, é crucial considerar as opções disponíveis e discutir com um especialista para encontrar o tratamento mais adequado ao caso específico. Cada procedimento tem seus benefícios e riscos específicos, tornando crucial a avaliação cuidadosa por um especialista em cirurgia vascular. A decisão sobre qual cirurgia é mais adequada deve ser tomada em conjunto pelo paciente e equipe médica, considerando-se os detalhes do caso. A intervenção precoce é fundamental para prevenir um AVC e suas possíveis sequelas, destacando a importância de consultas regulares e exames de acompanhamento para aqueles em risco. ‌ Tratamento das CARÓTIDAS em Icaraí – Niteroi. Tratamento das CARÓTIDAS no Rio de Janeiro. ‌ DR FABIO PACHECO ANGIOLOGISTA E CIRURGIÃO VASCULAR CRM 5276347-0 MEMBRO DA SOCIEDADE BRASILEIRA DE CIRURGIA VASCULAR

VARIZES PÉLVICAS… doença COMPLEXA e pouco conhecida! Acomete e traz sofrimento para milhões de mulheres!

Você sabia que as varizes pélvicas, uma condição também conhecida como síndrome da congestão pélvica, podem ser a causa “oculta” de dores crônicas na parte inferior do abdômen? Originadas por fatores como obstrução venosa, por compressão da veia Renal e veias Ilíacas; e pela presença válvulas doentes nas veias ovarianas, essa doença complexa afeta milhares de mulheres, causando desconforto significativo. Neste artigo, exploraremos a importância de um diagnóstico preciso e as opções de tratamento disponíveis para as varizes pélvicas, oferecendo insights valiosos para aqueles que buscam alívio e bem-estar. O que são varizes pélvicas e quais suas causas? As Varizes pélvicas tem se mostrado um problema cada vez mais comum entre as mulheres. Ela é caracterizada pela formação de veias dilatadas e tortuosas na região pélvica. Essas varizes formadas podem causar desconforto intenso e afetar significativamente a qualidade de vida das mulheres. Os sintomas incluem dor ou sensação de peso no abdome inferior e/ou região íntima, desconforto durante ou após o ato sexual, irritação urinária, cólicas menstruais intensas, inchaço e dor nas pernas, sensação de queimação ou formigamento. Alguns casos também estão associados a formação de varizes nas pernas, que são difíceis de tratar e que acabam voltando de forma rápida. Até mesmo casos de infertilidade feminina podem estar relacionados as varizes pélvicas. A sua origem pode estar ligada a um defeito nas válvulas venosas, que deveriam orientar a circulação do sangue, e estão ausentes ou defeituosas nesses pacientes. Nesse caso a pessoa “já nasce” com esse problema, e a doença vai se manifestar ao longo da vida. A relação entre a compressão da veia renal esquerda, conhecida como Síndrome Nutcracker, e varizes pélvicas é um assunto relevante na medicina vascular. Essa condição pode levar a uma variedade de manifestações clínicas, incluindo a formação de varizes pélvicas. Além disso, a compressão das veias ilíacas, conhecida como Síndrome de May-Thurner, também pode ter implicações significativas na saúde vascular, aumentando o risco de trombose e desenvolvimento de varizes pélvicas. É fundamental que as mulheres estejam atentas aos sinais que o corpo emite. Se você reconhece esses sintomas em si mesma, especialmente se estiver dentro dos fatores de risco mencionados, é importante consultar um especialista. Diagnosticar varizes pélvicas pode ser um desafio devido à sua localização, mas técnicas de imagem modernas têm facilitado esse processo, possibilitando tratamentos mais eficazes e direcionados. Embolização: tratamento eficaz para varizes pélvicas A embolização é reconhecida mundialmente como a melhor técnica para o tratamento das varizes pélvicas. O procedimento é realizado sob anestesia local, através de um furinho, que pode ser feito na virilha o no braço – sem cortes! Através do furinho, um cateter (“caninho longo e fino”) é inserido e levado até o local da formação das varizes pélvicas. Uma vez identificada, as varizes são destruídas através da colocação de micro molas cirúrgicas e da ação de um esclerosante – espuma densa! Este tratamento, cada vez mais adotado em todo o mundo, não só ajuda a aliviar os sintomas dolorosos associados, como também tem o potencial de melhorar significativamente a qualidade de vida das pacientes. Com a utilização de anestesia local, o paciente recebe alta para casa no mesmo dia do procedimento, e com recuperação rápida, em torno de 2-3 dias. Os riscos são reduzidos em comparação com as cirurgias convencionais. Isso significa que você poderá voltar às suas atividades normais em pouco tempo e com mais segurança. Dessa forma, para mulheres que enfrentam dores pélvicas crônicas e buscam alternativas para um diagnóstico preciso e tratamento eficaz, a embolização representa a melhor opção de tratamento. Porém, alguns casos são mais desafiadores e demandam um planejamento mais acurado… principalmente os casos que envolvem obstruções nas veias renais ou ilíacas. A conscientização sobre essa possibilidade terapêutica pode abrir portas para que muitas mulheres encontrem alívio após anos de desconforto e incerteza. ‌ Tratamento por EMBOLIZAÇÃO DE VARIZES PÉLVICAS em Icaraí – Niteroi. Tratamento por EMBOLIZAÇÃO DE VARIZES PÉLVICAS no Rio de Janeiro. ‌ DR FABIO PACHECO ANGIOLOGISTA E CIRURGIÃO VASCULAR CRM 5276347-0 MEMBRO DA SOCIEDADE BRASILEIRA DE CIRURGIA VASCULAR

VARIZES PELVICAS e INFERTILIDADE… o que sabemos sobre isso?!

Você sabia que cerca de 10 a 15% dos casais enfrentam desafios de infertilidade em algum momento de suas vidas? Pesquisas recentes sugerem uma conexão potencialmente subestimada entre varizes pélvicas e dificuldades para engravidar! Este dado alarmante destaca a importância de explorar todas as possíveis causas subjacentes à infertilidade, especialmente aquelas menos conhecidas pela maioria das pessoas. Abordar a questão da possibilidade das varizes pélvicas estarem envolvidas no processo de infertilidade não apenas amplia nosso entendimento, mas também abre portas para novas soluções. Descubra como essas condições estão interligadas e quais ações você pode adotar para superar esse obstáculo, guiando você em uma jornada mais esclarecedora em direção à parentalidade. O que são e quais os sintomas de Varizes Pélvicas? Varizes pélvicas são veias dilatadas, tortuosas e doentes, que se formam nas regiões da pelve, ao redor do útero e ovários. A sua origem pode estar ligada a um defeito nas válvulas venosas, que deveriam orientar a circulação do sangue, e estão ausentes ou defeituosas nesses pacientes. Nesse caso a pessoa “já nasce” com esse problema, e a doença vai se manifestar ao longo da vida. Em outros casos, que são mais complexos, a origem são obstruções que vão aumentar a pressão nessas veias da pelve, até causar a sua dilatação e formar as varizes pélvicas. Obstruções na veia Renal – Síndrome de Quebra Nozes (Nutcraker), ou nas veias Ilíacas – Síndrome de May Turner. Fatores como gestações múltiplas e os hormônios femininos, tem uma relação direta com a evolução da doença. Os hormônios femininos, durante fases de picos, atuam enfraquecendo a parede das veias, facilitando a sua dilatação, já no período gestacional, além desse pico hormonal, temos fatores mecânicos que comprimem as veias da pelve, devido ao crescimento do útero. Mas não se enganem, apesar de ser mais comum em mulheres acima dos 30-40 anos, e que tiveram muitos filhos… não é raro encontrar mulheres jovens e que nunca tiveram filhos com varizes pélvicas e muitos sintomas! Os sintomas variam, mas frequentemente envolvem dor durante ou após a relação sexual, dor na região pélvica – que pode se intensificar muito no período menstrual! Dor que se irradia para as pernas, e que piora após longos períodos em pé. Irritação no trato urinário, podendo gerar urgência para urinar. As varizes pélvicas também podem se responsáveis por formação de varizes nas pernas! Muitas vezes essas mulheres são confundidas com “varizes difíceis de tratar”. Apresentam varizes em regiões atípicas, como glúteos, região posterior de coxas, próximas a região genital… são varizes que foram tratadas e voltam a aparecer de forma muito rápida! Na verdade estamos diante de um caso de varizes pélvicas não diagnosticado, e que não vão melhorar se o tratamento correto não for realizado. É fundamental que as mulheres estejam atentas aos sinais que o corpo emite. Se você reconhece esses sintomas em si mesma, especialmente se estiver dentro dos fatores de risco mencionados, é importante consultar um especialista. Diagnosticar varizes pélvicas pode ser um desafio devido à sua localização, mas técnicas de imagem modernas têm facilitado esse processo, possibilitando tratamentos mais eficazes e direcionados. Varizes Pélvicas: Um Fator de Infertilidade? A correlação entre varizes pélvicas e dificuldades de concepção tem sido objeto de estudo, sem conclusão definitiva, mas que sugere que o tratamento adequado dessas varizes podem ter um impacto positivo na fertilidade feminina, aumentando as chances das pacientes tratadas engravidarem! Entender como as varizes pélvicas podem impactar a fertilidade envolve uma análise profunda dos mecanismos fisiológicos. Veias dilatadas na região pélvica podem levar a um aumento da pressão venosa, com alterações no fluxo sanguíneo e congestão venosa. Esse cenário pode afetar negativamente a função dos órgãos reprodutivos? A qualidade dos óvulos? Pode causar processos inflamatório localizados dificultando a concepção? O que sabemos com certeza é que a dor e o desconforto associados às varizes pélvicas podem interferir nas relações sexuais, no bem estar feminino, e isso é um fator importante para casais tentando engravidar. As varizes pélvicas são condições muitas vezes ignoradas em discussões sobre saúde reprodutiva. No entanto, é crucial abordar a questão da possibilidade das varizes pélvicas estarem envolvidas no processo de infertilidade. Embolização de Varizes Pélvicas: um tratamento menos invasivo A embolização é reconhecida mundialmente como a melhor técnica para o tratamento das varizes pélvicas. O procedimento é realizado sob anestesia local, através de um furinho, que pode ser feito na virilha o no braço – sem cortes! Através do furinho, um cateter (“caninho longo e fino”) é inserido e levado até o local da formação das varizes pélvicas. Uma vez identificada, as varizes são destruídas através da colocação de micro molas cirúrgicas e da ação de um esclerosante – espuma densa! Este tratamento, cada vez mais adotado em todo o mundo, não só ajuda a aliviar os sintomas dolorosos associados, como também tem o potencial de melhorar significativamente a qualidade de vida das pacientes. Com a utilização de anestesia local, o paciente recebe alta para casa no mesmo dia do procedimento, e com recuperação rápida, em torno de 2-3 dias. Os riscos são reduzidos em comparação com as cirurgias convencionais. Isso significa que você poderá voltar às suas atividades normais em pouco tempo e com mais segurança. Dessa forma, para mulheres que enfrentam dores pélvicas crônicas e buscam alternativas para um diagnóstico preciso e tratamento eficaz, a embolização representa a melhor opção de tratamento. Porém, alguns casos são mais desafiadores e demandam um planejamento mais acurado… principalmente os casos que envolvem obstruções nas veias renais ou ilíacas. A conscientização sobre essa possibilidade terapêutica pode abrir portas para que muitas mulheres encontrem alívio após anos de desconforto e incerteza. Tratamento por EMBOLIZAÇÃO DE VARIZES PÉLVICAS em Icaraí – Niteroi. Tratamento por EMBOLIZAÇÃO DE VARIZES PÉLVICAS no Rio de Janeiro. ‌ DR FABIO PACHECO ANGIOLOGISTA E CIRURGIÃO VASCULAR CRM 5276347-0 MEMBRO DA SOCIEDADE BRASILEIRA DE CIRURGIA VASCULAR

Anos sofrendo! Dor na pelve… nas pernas… dor que aparece após a relação sexual! Você sabe o que são VARIZES PÉLVICAS?!

Muitas mulheres passam anos lutando contra uma dor crônica sem conseguir um diagnóstico preciso, até descobrirem que as varizes pélvicas são a causa de seu sofrimento. As varizes pélvicas podem estar associadas à síndrome da congestão venosa pélvica, uma condição que resulta em dor abdominal crônica, dor nas pernas, dor durante e após o ato sexual, e até mesmo casos de infertilidade! Este artigo visa esclarecer as causas, sintomas e tratamentos disponíveis para as varizes pélvicas… um caminho para trazer alívio para aquelas que sofrem em silêncio com essa condição pouco discutida. Entendendo as VARIZES PÉLVICAS: causas e sintomas Varizes pélvicas são veias dilatadas, tortuosas e doentes, que se formam nas regiões da pelve, ao redor do útero e ovários. A sua origem pode estar ligada a um defeito nas válvulas venosas, que deveriam orientar a circulação do sangue, e estão ausentes ou defeituosas nesses pacientes. Nesse caso a pessoa “já nasce” com esse problema, e a doença vai se manifestar ao longo da vida. Em outros casos, que são mais complexos, a origem são obstruções que vão aumentar a pressão nessas veias da pelve, até causar a sua dilatação e formar as varizes pélvicas. Obstruções na veia Renal – Síndrome de Quebra Nozes (Nutcraker), ou nas veias Ilíacas – Síndrome de May Turner. Fatores como gestações múltiplas e os hormônios femininos, tem uma relação direta com a evolução da doença. Os hormônios femininos, durante fases de picos, atuam enfraquecendo a parede das veias, facilitando a sua dilatação, já no período gestacional, além desse pico hormonal, temos fatores mecânicos que comprimem as veias da pelve, devido ao crescimento do útero. Mas não se enganem, apesar de ser mais comum em mulheres acima dos 30-40 anos, e que tiveram muitos filhos… não é raro encontrar mulheres jovens e que nunca tiveram filhos com varizes pélvicas e muitos sintomas! Os sintomas variam, mas frequentemente envolvem dor durante ou após a relação sexual, dor na região pélvica – que pode se intensificar muito no período menstrual! Dor que se irradia para as pernas, e que piora após longos períodos em pé. Irritação no trato urinário, podendo gerar urgência para urinar. As varizes pélvicas também podem se responsáveis por formação de varizes nas pernas! Muitas vezes essas mulheres são confundidas com “varizes difíceis de tratar”. Apresentam varizes em regiões atípicas, como glúteos, região posterior de coxas, próximas a região genital… são varizes que foram tratadas e voltam a aparecer de forma muito rápida! Na verdade estamos diante de um caso de varizes pélvicas não diagnosticado, e que não vão melhorar se o tratamento correto não for realizado. É fundamental que as mulheres estejam atentas aos sinais que o corpo emite. Se você reconhece esses sintomas em si mesma, especialmente se estiver dentro dos fatores de risco mencionados, é importante consultar um especialista. Diagnosticar varizes pélvicas pode ser um desafio devido à sua localização, mas técnicas de imagem modernas têm facilitado esse processo, possibilitando tratamentos mais eficazes e direcionados. Por que mulheres sofrem anos para ter um diagnóstico correto? ‌ Isso acontece por que os sintomas das varizes pélvicas podem ser confundidos com outros problemas ginecológicos! Isso pode atrasar o diagnóstico e prejudicar o tratamento adequado. A complexidade do sistema venoso pélvico e a falta de conscientização sobre esse assunto são alguns dos motivos por trás desse cenário preocupante. Por isso, é crucial que as mulheres estejam cientes dos sintomas das varizes pélvicas e conversem com seus médicos sobre quaisquer preocupações. O diagnóstico precoce pode levar a opções de tratamento mais eficazes e melhor qualidade de vida. Além disso, é fundamental que os profissionais de saúde estejam atentos a essa condição e incluam a avaliação das varizes pélvicas em sua prática clínica. A conscientização e a educação são essenciais para garantir o bem-estar das pacientes. Embolização: Tratamento de escolha para as varizes pélvicas ‌ A embolização é reconhecida mundialmente como a melhor técnica para o tratamento das varizes pélvicas. O procedimento é realizado sob anestesia local, através de um furinho, que pode ser feito na virilha o no braço – sem cortes! Através do furinho, um cateter (“caninho longo e fino”) é inserido e levado até o local da formação das varizes pélvicas. Uma vez identificada, as varizes são destruídas através da colocação de micro molas cirúrgicas e da ação de um esclerosante – espuma densa! Este tratamento, cada vez mais adotado em todo o mundo, não só ajuda a aliviar os sintomas dolorosos associados, como também tem o potencial de melhorar significativamente a qualidade de vida das pacientes. Com a utilização de anestesia local, o paciente recebe alta para casa no mesmo dia do procedimento, e com recuperação rápida, em torno de 2-3 dias. Os riscos são reduzidos em comparação com as cirurgias convencionais. Isso significa que você poderá voltar às suas atividades normais em pouco tempo e com mais segurança. Dessa forma, para mulheres que enfrentam dores pélvicas crônicas e buscam alternativas para um diagnóstico preciso e tratamento eficaz, a embolização representa a melhor opção de tratamento. Porém, alguns casos são mais desafiadores e demandam um planejamento mais acurado… principalmente os casos que envolvem obstruções nas veias renais ou ilíacas. A conscientização sobre essa possibilidade terapêutica pode abrir portas para que muitas mulheres encontrem alívio após anos de desconforto e incerteza. ‌ Tratamento por EMBOLIZAÇÃO DE VARIZES PÉLVICAS em Icaraí – Niteroi. Tratamento por EMBOLIZAÇÃO DE VARIZES PÉLVICAS no Rio de Janeiro. ‌ DR FABIO PACHECO ANGIOLOGISTA E CIRURGIÃO VASCULAR CRM 5276347-0 MEMBRO DA SOCIEDADE BRASILEIRA DE CIRURGIA VASCULAR

Dor crônica na pelve… dor após o ato sexual…dor na pernas… varizes que continuam voltando. Precisamos falar sobre VARIZES PÉLVICAS!

As varizes pélvicas afetam milhões de mulheres no mundo, representando um problema de saúde significativo e que muitas vezes fica sem diagnóstico por ANOS! É uma doença caracterizada pela formação de veias dilatadas na pelve e que podem se estender para área vaginal, para a parte de trás das coxas e glúteos, e que desencadeia uma série de sintomas desconfortáveis. Neste artigo, vamos procurar entender por que tantas mulheres sofrem por anos com esse tipo de varizes. Identificando os principais sintomas das VARIZES PÉLVICAS Identificar os principais sintomas das varizes pélvicas é crucial para buscar o diagnóstico correto e iniciar um tratamento eficaz. Muitas vezes, esses sintomas podem ser confundidos com outras condições, tornando a atenção aos detalhes fundamental. Os principais sinais e sintomas incluem: A incidência de varizes pélvicas é maior entre as mulheres que já passaram por várias gestações, mas também pode acometer mulheres jovens e sem filhos. ‌ A importância do diagnóstico A história mais comum é a de mulheres que passaram anos sofrendo com dor pélvica… dor nas pernas… dor durante e após o ato sexual… sem um diagnóstico preciso da sua doença, e com isso não recebem o tratamento correto. Ficam anos perambulando entre consultórios… fazendo diversos exames, mas sempre na direção errada. O atraso no diagnóstico permite a evolução da doença, com piora progressiva dos sintomas. E em muitos casos já foi possível associar redução da fertilidade feminina com o quadro de varizes pélvicas. O diagnóstico correto depende inicialmente de uma boa percepção das queixas por parte do médico, para poder suspeitar do quadro, e a seguir complementar com os exames de imagem para confirmar o diagnóstico. Exames como ultrassom e ressonância da pelve, ajudam a afastar outras doenças que podem gerar sintomas semelhantes. O exame de Doppler Vascular da região pélvica, associado a Angiotomografia, conseguem confirmar o diagnóstico e ajudar no planejamento do tratamento. ‌ Embolização das varizes pélvicas: O que é e como funciona A embolização é a técnica PADRÃO OURO para o tratamento das Varizes Pélvicas. É um procedimento inovador e eficaz, capaz de resolver os sintomas em mais de 90% dos casos. Todo o procedimento é realizado de forma minimamente invasiva. Um cateter é posicionado nas veias pélvicas afetadas, através de um pequeno furinho na virilha ou no braço – sob anestesia local. Uma vez localizada as VARIZES PÉLVICA, realizamos a embolização com a utilização de micro molas cirúrgicas, que causam o bloqueio do fluxo sanguíneo, eliminado as veias doentes. Este método oferece inúmeras vantagens… a recuperação do paciente é muito confortável, praticamente indolor, recebendo alta no mesmo dia do procedimento! Permite aos pacientes retomarem suas atividades normais em 2-3 dias. ‌ Tratamento por EMBOLIZAÇÃO DE VARIZES PÉLVICAS em Icaraí – Niteroi. Tratamento por EMBOLIZAÇÃO DE VARIZES PÉLVICAS no Rio de Janeiro. ‌ DR FABIO PACHECO ANGIOLOGISTA E CIRURGIÃO VASCULAR CRM 5276347-0 MEMBRO DA SOCIEDADE BRASILEIRA DE CIRURGIA VASCULAR

Quem tem MIOMA pode ter dificuldade de engravidar?

Mulheres com miomas, além dos sintomas, podem muitas vezes enfrentar obstáculos significativos, quando o assunto é engravidar. Esses tumores benignos do útero, a depender do seu tamanho e localização, podem afetar a mobilidade do útero, gerar compressão nas trompas e interferir na implantação dos óvulos fertilizados, culminando em dificuldades para conceber ou levar uma gestação até o termo. Contudo, é importante ressaltar que, mesmo na presença de miomas, a gravidez ainda é possível. Entenda por que, apesar dos desafios, muitas mulheres com miomas, com o tratamento correto ainda podem alcançar o sonho da maternidade. O impacto dos MIOMAS na fertilidade feminina Miomas uterinos são formações benignas que surgem no útero e podem afetar significativamente a capacidade de uma mulher engravidar. Esses tumores, dependendo do seu tamanho, localização e quantidade, têm o potencial de interferir em diversos estágios do processo reprodutivo. A relação entre miomas e dificuldades para engravidar é complexa. Estas formações podem distorcer a anatomia do útero, dificultando a implantação do embrião. Além disso, os miomas também podem obstruir as trompas uterinas ou comprimir órgãos reprodutivos essenciais, como os ovários, impedindo o encontro do óvulo com o espermatozoide. E importante ressaltar que cada caso deve ser avaliado individualmente por um especialista em saúde reprodutiva. Mulheres com miomas que desejam engravidar devem procurar orientação médica para entender as opções de tratamento disponíveis e como elas podem impactar sua saúde reprodutiva. Embolização de MIOMAS: um caminho para a maternidade A embolização de miomas representa uma possibilidade real para muitas mulheres que sonham em engravidar, mas são confrontadas com os desafios impostos pelos miomas uterinos. Trata-se de uma técnica minimamente invasiva, que ao bloquear a irrigação sanguínea para os miomas, tem mostrado resultados promissores, tanto na redução dos sintomas causados por eles, como na diminuição do tamanho desses tumores, melhorando as condições gerais do útero, criando um ambiente mais favorável à gestação. Especificamente para aquelas que desejam engravidar, a embolização de miomas surge como uma alternativa menos agressiva quando comparada às opções cirúrgicas tradicionais, como a miomectomia ou a histerectomia, que podem afetar a fertilidade da mulher. Além disso, a recuperação rápida pós-procedimento é um benefício inegável da embolização de miomas. Pacientes geralmente relatam uma melhora significativa nos sintomas em um curto período de tempo, permitindo-lhes retomar suas atividades diárias, incluindo a jornada rumo à maternidade, com menos obstáculos e mais esperança. Os especialistas envolvidos nessa técnica trabalham com precisão e cuidado, garantindo que cada paciente receba um tratamento personalizado e eficaz, otimizando as chances de uma futura gravidez bem-sucedida. Cuidados pós EMBOLIZAÇÃO DOS MIOMAS… Preparando-se para conceber! Durante o período pós-tratamento, é importante estar atenta a qualquer desconforto ou sinais de inflamação ou infecção. O acompanhamento médico regular pode ajudar a identificar e tratar rapidamente quaisquer intercorrências. Após a embolização, geralmente passamos por um período de acompanhamento da regressão dos miomas, que dura 6 meses, período onde a paciente é orientada a não tentar engravidar. Após esse período a paciente retoma, junto ao seu ginecologista, toda a rotina para tentar engravidar. Preparar-se para conceber após a embolização de miomas também envolve adotar um estilo de vida saudável, com uma alimentação balanceada e atividades físicas regulares, além de evitar hábitos prejudiciais, como fumar e consumir álcool em excesso. No entanto, é vital ressaltar que a presença de miomas não significa o fim do sonho da maternidade. A embolização de miomas surge como uma luz no fim do túnel; um procedimento terapêutico promissor que visa aliviar sintomas e potencializar as chances de uma gravidez bem-sucedida. É imprescindível que mulheres enfrentando dificuldades para engravidar devido aos miomas busquem orientação médica especializada para avaliar todas as opções disponíveis. Lembre-se: informação é poder e o primeiro passo em direção ao sucesso começa com você tomando controle da sua saúde! ‌ Tratamento por EMBOLIZAÇÃO DE MIOMAS em Icaraí – Niteroi. Tratamento por EMBOLIZAÇÃO DE MIOMAS no Rio de Janeiro. ‌ DR FABIO PACHECO ANGIOLOGISTA E CIRURGIÃO VASCULAR CRM 5276347-0 MEMBRO DA SOCIEDADE BRASILEIRA DE CIRURGIA VASCULAR